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Longevidade com qualidade: como manter a autonomia?

A longevidade é uma das maiores transformações sociais da atualidade.

Graças aos avanços na medicina e às melhores condições de vida, cada vez mais pessoas vivem além dos 80 anos, o que representa uma conquista, mas também novos desafios para famílias e sistemas de apoio.

Segundo o Eurostat, até 2050 a percentagem de pessoas com mais de 80 anos na Europa irá duplicar.

Viver mais tempo exige planeamento para manter a qualidade de vida, a independência e a autonomia, mesmo perante possíveis situações de mobilidade reduzida.

O grande desafio já não é apenas viver mais, mas viver bem por mais tempo.


Uma tendência europeia que já se nota em Portugal

Em Portugal, a longevidade já é uma realidade.

Em 2024, as pessoas com mais de 65 anos representavam 24,1% da população, colocando o país entre os mais envelhecidos da União Europeia. O crescimento é ainda maior entre os 80+, com um dos maiores aumentos da Europa, nas últimas duas décadas. Muitas famílias já convivem com vidas mais longas e ativas, mas também com períodos de maior vulnerabilidade.

Garantir qualidade de vida, independência e autonomia exige planeamento antecipado da saúde, rendimentos e cuidados.

Este risco não é apenas teórico. Em 2024, 21,1% dos seniores em Portugal estavam em risco de pobreza, de acordo com dados do Eurostat, reunidos pela Trading Economics. Estes números mostram como a longevidade, sem preparação, pode levar à fragilidade financeira e social, ao longo do tempo.


Planear com antecedência para proteger a independência

Para muitas famílias em Portugal, planear está a tornar-se essencial. E planear não se resume apenas a dinheiro. Significa pensar em como e onde viver, como manter-se ligado aos outros e como ir adaptando a vida quotidiana à medida que as necessidades mudam. Pode incluir adaptar as casas à mobilidade reduzida, manter-se socialmente ativo através de redes comunitárias e alinhar as pensões com proteção de rendimentos adicional.

Em toda a Europa, mais de 40% das famílias dizem que não se sentem preparadas para enfrentar os custos dos cuidados de saúde a longo prazo, de acordo com o Relatório da Comissão Europeia sobre o Impacto das Alterações Demográficas. Portugal espelha esta preocupação generalizada. Quando o planeamento começa cedo, ajuda a reduzir a ansiedade e contribui para melhores escolhas, tanto para as pessoas mais velhas, como para os seus descendentes.

Um bom planeamento transforma o envelhecimento numa fase da vida vivida com dignidade, autonomia e propósito.


A esperança de vida saudável é tão importante quanto a esperança de vida

Viver mais tempo não significa, necessariamente, manter a independência por mais anos – o que torna a esperança de vida saudável um conceito central.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), na Europa, quem chega aos 80 anos pode esperar viver cerca de nove anos adicionais, mas apenas cinco a seis com plena autonomia. Sem prevenção, os últimos anos podem ser marcados pela dependência, enquanto estilos de vida saudáveis, rastreios e consultas médicas regulares ajudam a adiar limitações e preservar a qualidade de vida.

A prevenção não é, portanto, um luxo. É uma forma prática de proteger a independência e a qualidade de vida, ao mesmo tempo que reduz a pressão sobre as famílias.

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Equilíbrio entre cuidados, trabalho e família

À medida que as pessoas envelhecem, podem precisar de apoio.

Na Europa, cerca de 80% dos cuidados prolongados ainda são prestados por familiares não remunerados, de acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

Em Portugal, isso significa, frequentemente, que os filhos ou parentes próximos assumem o papel de cuidadores. Este compromisso requer tempo, energia e força emocional. Também pode afetar o trabalho e o rendimento.

O Instituto Europeu para a Igualdade de Género estima que mais de 60% dos cuidadores informais são mulheres, muitas das quais reduzem o horário de trabalho ou abandonam o mercado de trabalho. Planear os cuidados com antecedência ajuda a evitar que os cuidados se transformem num sacrifício pessoal e promove um equilíbrio mais justo dentro das famílias.

O planeamento da longevidade, neste sentido, torna-se também um ato de responsabilidade intergeracional.

 

Apoio em casa e online

A tecnologia oferece, agora, novas formas de apoiar o envelhecimento independente.

Consultas médicas online, monitorização remota e serviços ao domicílio ajudam os seniores a gerir as suas necessidades de saúde sem sair de casa. Estas soluções são especialmente valiosas para aqueles que querem manter a sua independência, sentindo-se apoiados.

Um bom seguro de saúde desempenha um papel fundamental na acessibilidade destas ferramentas.

O seguro Saúde +55 da Generali Tranquilidade inclui consultas médicas online e em casa, bem como medicamentos e serviços de enfermagem ao domicílio. Este tipo de proteção apoia as necessidades diárias de saúde e ajuda a reduzir a sobrecarga prática e emocional das famílias.

A tecnologia funciona melhor quando combinada com prevenção, planeamento claro e o nível certo de apoio.

 

Um legado que vai além dos bens

O legado mais importante não é apenas material. É a escolha de planear com antecedência, evitar deixar questões por resolver e proteger os filhos e netos de tensões emocionais e financeiras. Quando a longevidade é planeada, os anos extra que ganhamos com o progresso tornam‑se anos vividos com mais tranquilidade – para nós e para quem amamos.

Em Portugal, onde os laços familiares são fortes, esta escolha tem um significado profundo. Permite que as gerações mais velhas continuem a reforçar a estabilidade, o apoio e a inspiração que sempre trouxeram às suas famílias.

Viver bem na velhice significa manter-se presente de forma positiva, com tranquilidade, independência e envolvimento. Porque o que realmente importa não é apenas viver mais tempo, mas viver de uma forma que permita que a sua presença continue a ser um pilar para aqueles que ama.

 


Fontes:

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